Muitos são os que ambicionam pertencer ao IRA, mas poucos são os que cumprem esse objetivo.
A exigência física, amor e a coragem para abraçar cada desafio por “apenas” uma galinha, um cão ou uma vaca são critérios dos quais não abdicamos.
A sua capacidade de resposta e sucesso nas operações de resgate são o reflexo de uma imensa coordenação e investimento institucional.
Hoje o IRA apresenta-se como uma entidade diferenciada, técnica, disciplinada e estrategicamente preparada para intervir em qualquer teatro de operações onde exista vida animal em risco.
Não são um grupo improvisado. São operacionais formados, treinados e avaliados.
Investem continuamente em capacitação técnica, em meios logísticos, em protocolos de segurança e em liderança operacional.

Cada missão é planeada. Cada risco é calculado. Cada vida é tratada com a mesma prioridade, seja um animal de companhia, um animal de produção ou um animal selvagem.
Ser IRA não é vestir uma farda. É assumir um compromisso. Compromisso com o rigor. Compromisso com a legalidade. Compromisso com a população. Compromisso com os animais.
A exigência física é apenas o primeiro filtro.
O verdadeiro desafio é a resiliência emocional, a capacidade de agir sob pressão, de tomar decisões difíceis, de enfrentar cenários de destruição, negligência ou abandono, e ainda assim manter a lucidez, a empatia e o foco.
Nem todos conseguem. Mas os que ficam… fazem história.
Recrutamento IRA:
Porto – 28 de Fevereiro 09h00 / Bombeiros V. Portuenses
Lisboa – 01 Março 09h00 / Bombeiros V. Camarate
