A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou nove vítimas mortais em 1 060 acidentes rodoviários ocorridos entre 27 de dezembro de 2025 e 1 de janeiro de 2026, no âmbito da terceira fase da Operação, denominada “Ano Novo em segurança”.

De acordo com os dados provisórios divulgados pela GNR, no período em análise foram ainda contabilizados 28 feridos graves e 284 feridos leves. As autoridades intensificaram a fiscalização e o patrulhamento rodoviário com o objetivo de prevenir a criminalidade, apoiar os condutores e garantir deslocações em segurança durante as festividades.

Durante a operação, foram fiscalizados 57 519 condutores. Destes, 787 conduziam sob o efeito do álcool, tendo 350 sido detidos por apresentarem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram também detidas 113 pessoas por conduzirem sem habilitação legal.

No total, a GNR detetou 7 281 contraordenações rodoviárias, destacando-se 1 130 por excesso de velocidade, 437 por condução sob o efeito do álcool, 191 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças, 164 por uso indevido do telemóvel durante a condução, 1 004 por falta de inspeção periódica obrigatória e 317 por ausência de seguro de responsabilidade civil.

As nove vítimas mortais resultaram de diferentes tipos de acidentes, maioritariamente despistes, mas também colisões e um atropelamento, ocorridos em vários pontos do país, nomeadamente nos distritos de Santarém, Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Beja e Braga. Todas as vítimas mortais eram do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 20 e os 85 anos.

A GNR sublinha que continuará a dar prioridade à fiscalização de infrações como a condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, o excesso de velocidade, o uso do telemóvel ao volante, a correta utilização do cinto de segurança e dos sistemas de retenção para crianças, bem como o cumprimento das obrigações legais relativas à inspeção e ao seguro automóvel.