Autocuidado: dez hábitos simples que ajudam a proteger a sua saúde.

Uma constipação antes das férias, uma dor de cabeça ao fim do dia ou o cansaço acumulado de uma semana de trabalho. São situações comuns, que a generalidade dos portugueses já viveu e que, na maioria dos casos, não exigem uma ida ao médico. É o que confirma o estudo “O Papel do Autocuidado em Portugal”, desenvolvido pela 2Logical para a APIFARMA: em 79% dos casos, os problemas de saúde ligeiros ficam totalmente resolvidos através do autocuidado e apenas 1% acaba por necessitar de acompanhamento médico posterior. No último ano, 92% dos portugueses tiveram pelo menos um problema de saúde ligeiro, e mais de metade (55%) escolheu o autocuidado como primeira resposta(1).

No Dia Internacional do Autocuidado, que se assinala a 24 de julho, a Angelini Pharma quer lembrar que cuidar de si não se resume a gerir um sintoma quando este aparece. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) define o autocuidado de forma ampla: é a capacidade dos indivíduos, das famílias e das comunidades para promover a saúde, prevenir doenças e lidar com a doença, com ou sem apoio de profissionais. Na prática, isto traduz-se em pequenos comportamentos do dia a dia.

Com isto em mente, a Angelini Pharma partilha um conjunto de hábitos simples que, praticados com regularidade, ajudam a proteger a saúde:

  • Incluir atividade física na rotina, nem que seja optar pelas escadas em vez do elevador;
  • Seguir uma alimentação equilibrada, com a dieta mediterrânica como referência;
  • Eliminar o tabaco e moderar o consumo de álcool;
  • Realizar exames de rotina pelo menos uma vez por ano;
  • Definir horários de sono regulares e respeitá-los;
  • Limitar o tempo de ecrã, sobretudo antes de dormir;
  • Reservar momentos de lazer ao ar livre e em contacto com a natureza;
  • Manter relações sociais próximas e investir tempo nelas;
  • Fazer pausas ativas durante períodos longos de trabalho ou estudo;
  • Reconhecer sinais de dificuldade emocional e procurar ajuda profissional quando necessário.

Ainda que a autonomia do cidadão seja o pilar do autocuidado, o apoio profissional continua a fazer parte do processo. Quando os portugueses decidem gerir um problema ligeiro por conta própria, o aconselhamento na farmácia é o segundo motivo mais citado para essa decisão (33% dos casos), logo a seguir à experiência prévia com a mesma situação.

“Os dados são claros: os portugueses sabem cuidar de si. Em quase oito em cada dez situações, resolvem o problema em casa, sem precisar de recorrer ao médico. Isso não é acaso, é competência. Mas cuidar bem de nós não significa cuidar sozinhos, e começa muito antes de estarmos doentes, nas nossas escolhas diárias. A farmácia está ali, a poucos minutos de casa, com um profissional preparado para nos ajudar a decidir bem. Este Dia Internacional do Autocuidado é um bom momento para relembrar isso: a informação certa, no momento certo, faz toda a diferença”, refere Pedro Gouveia, Business Unit Head de Consumer Healthcare na Angelini Pharma.

Nada disto substitui o acompanhamento médico quando ele se justifica. O que os dados mostram é que os portugueses já sabem, na maioria dos casos, distinguir o que podem resolver sozinhos do que exige consulta. Falta reforçar essa confiança com hábitos preventivos consistentes e com a farmácia como primeiro ponto de apoio.