Nasceram em Viena de Áustria, conquistaram Maria Antonieta e a França e expandiram-se pelo mundo. Os croissants são uma iguaria tão pular que até têm direito a um Dia Mundial, que se celebra esta sexta-feira.

A sua origem remonta ao século XVII, quando, reza a história, os padeiros da cidade de Viena de Áustria se deram conta de que os otomanos estariam a construir um túnel e, assim, ajudaram a impedir o ataque.

Têm aliás uma forma bem caraterística que vai buscar inspiração à bandeira do Império Otomano. Falamos dos croissants, um termo que remete para estas origens, que foi popularizado por Maria Antonieta e que tem direito a efeméride: o Dia Mundial do Croissant.

O croissant original é uma peça de pastelaria sem muita pretensão, sem recheios, sem ingredientes exóticos, sem formas complexas, mas pode ser precisamente nessa aparente simplicidade onde está a chave do seu sucesso: “Por um lado é um bolo muito simples mas ao mesmo tempo muito complicado. Parece uma receita muito fácil de fazer, mas na realidade não é fácil conseguir uma massa com o ponto certo”.

O croissant é feito com muita manteiga, mas graças às sua consistência “não se torna pesado para digerir, é leve e por isso é adequado para consumir em qualquer idade e quase a qualquer momento”.