6.ª edição do festival, dedicada ao tema “Cultura e Floresta”, promove concertos, caminhadas, workshops, arte comunitária e experiências na natureza entre 3 e 5 de julho

A Lagoa do Alvão, em Vila Pouca de Aguiar, volta a receber o Artimanha Festival de Artes, de 3 a 5 de julho, para a sua 6.ª edição, com um programa diversificado que cruza arte, cultura, sustentabilidade e natureza.

Organizado pela Animódia – Companhia de Arte e Cultura, com o apoio do Município de Vila Pouca de Aguiar, o festival assume este ano o tema “Cultura e Floresta”, convidando o público a refletir sobre a ligação entre criação artística, tradições, floresta e comunidades do Interior.

Ao longo de três dias, a Lagoa do Alvão transforma-se num espaço de encontro onde concertos, workshops, caminhadas, performances circenses, atividades para famílias e momentos de reflexão convivem em plena Serra do Alvão.

Fiel ao lema “Traz Arte aos Montes”, o Artimanha continua a afirmar-se como um dos eventos culturais mais distintivos do interior do país, apostando numa programação eclética capaz de atrair públicos de diferentes gerações e origens.

Para José Miguel Carvalho, diretor artístico do festival, esta edição assume uma relevância ainda maior:

“O tema ‘Cultura e Floresta’ é uma escolha natural, é um compromisso do Artimanha, desde a sua génese, com a urgência da valorização do nosso património natural através da expressão artística. Queremos que a Lagoa do Alvão seja um espaço de simbiose, onde a comunidade, os artistas e o público se ligam com a identidade deste território. O nosso objetivo é que quem nos visita saia daqui não só inspirado pela arte, mas também mais consciente do papel que todos desempenhamos na preservação do ambiente.”

A edição de 2026 arranca no dia 3 de julho, sexta-feira, com o encontro BeDifferent, que reúne instituições ligadas à deficiência da região do Alto Tâmega e Barroso; uma ação de plogging com o apoio da Resinorte, apresentação do espetáculo “Ritmos da Natureza” pelos utentes do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão    de Vila Pouca de Aguiar, atividades focadas na sustentabilidade social e ambiental. Há tarde haverá uma talk dedicada ao tema “Cultura e Floresta”.

Com o pôr do sol na Lagoa, a música assume o protagonismo com DJ Miguel Ângelo, O Gajo, Fanfarra da Cebolada, e o live set de Cheganahora, projeto de Marcelo Almeida, com Alexandre Meirinhos.

No dia 4 de julho, o festival reforça a componente familiar e participativa com o workshop “Fotografar, Naturalmente” pelo fotografo profissional Lino Silva, natividades infantis, animação itinerante com o Palhaço Simão e a apresentação “O Coração Mágico das Folhinhas” pelo grupo de Teatro Infantil Hermanas Bananas.

O final de tarde e a noite ficam marcados pelos concertos de Balklavalhau e dos Galandum Galundaina, diretamente de Miranda do Douro, um dos nomes mais emblemáticos da música tradicional transmontana, além dos sets de Difuso + Floor e Maryzka.

O dia de domingo, 5 de julho, a proposta é mais holística, com uma experiência de imersão na natureza, através de uma caminhada em parceria com a Associação Campanoo, um banho de argila, um showcase de Homem em Catarse e o encerramento ao som do DJ Max Bubu.

Sobre o ARTimanha Festival de Artes

Mais do que um festival, o Artimanha afirma-se como uma plataforma de valorização do território, contribuindo para a dinamização cultural, social e turística de Vila Pouca de Aguiar e de Trás-os-Montes.  A aposta na atração de visitantes de diferentes regiões do país e Europa, procura dar a conhecer um destino, onde a natureza, a autenticidade e a cultura se encontram de forma única, e fortalecendo a ligação entre comunidades, artistas e visitantes.

Artimanha Festival de Artes

3 a 5 de julho de 2026

Lagoa do Alvão – Vila Pouca de Aguiar

Passes Gerais €25 (com direito a campismo e auto caravanismo gratuito)