A vila de Murça acolheu, este domingo, 7 de junho, o Dia da Família Diocesana da Diocese de Vila Real, reunindo centenas de participantes provenientes dos vários arciprestados da diocese para um dia marcado pela fé, pelo convívio e pela celebração da família.
O programa iniciou-se durante a manhã com diversas visitas guiadas aos principais pontos de interesse cultural, patrimonial e religioso da vila, proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer melhor a riqueza histórica e espiritual de Murça.
O momento mais significativo aconteceu durante a tarde, com a procissão e a celebração da Eucaristia presidida por D. António Augusto de Oliveira Azevedo. Centenas de fiéis participaram neste momento central do encontro, destacando-se a presença de mais de uma centena de casais que celebram, ao longo deste ano, os seus jubileus matrimoniais, renovando os compromissos assumidos no dia do casamento. Entre os homenageados encontravam-se casais que assinalam 10, 25, 50, 60 ou mais anos de vida matrimonial.
Na homilia, o bispo de Vila Real sublinhou a importância da família para a vida da Igreja e da sociedade, afirmando que «a vossa presença é um testemunho de fidelidade ao sacramento do matrimónio, é um grande sinal para todos de que vale a pena construir uma família». Dirigindo-se aos casais jubilados, destacou ainda que o amor conjugal deve inspirar-se no amor fiel e misericordioso de Deus, crescendo e amadurecendo ao longo dos anos.
D. António Azevedo aproveitou também a ocasião para lançar um apelo a toda a Diocese, convidando os fiéis a fortalecerem os laços de comunhão e corresponsabilidade, para que a Igreja continue a crescer como uma verdadeira família de crentes.
O sucesso da iniciativa ficou igualmente marcado pelo empenho de dezenas de voluntários que, ao longo das últimas semanas e durante o próprio dia, colaboraram na preparação e organização do evento, garantindo o acolhimento dos participantes e o bom funcionamento das diversas atividades.
O Dia da Família Diocesana terminou num ambiente de alegria e fraternidade, com a festa de encerramento e um lanche partilhado, vivido em espírito de convívio, comunhão e celebração.
