Quando perdemos um cão, a dor aperta de um jeito difícil de explicar. Nós sabemos que um dia isso pode acontecer, mas nunca estamos realmente prontos.
Não é só a ausência do animal, é o vazio na rotina, o silêncio onde antes tinha alegria, o carinho que fazia o dia ficar mais leve sem nos apercebermos.
Com o tempo, eles deixam de ser “cães” e passam a família de verdade. Acompanham fases inteiras da nossa vida, estão presentes em dias bons e ruins e amam-nos do jeito que nós somos.
Quando partem, deixam saudade, mas também deixam memórias que aquecem o nosso coração e fazem-nos sorrir mesmo com os olhos marejados.
Mesmo depois da partida, o amor continua. Cada momento vivido, cada olho no olho, cada vez que ele ficou ao seu lado em silêncio segue vivo dentro de si.
Os cães podem ir embora fisicamente, mas o lugar que ocupam no coração ninguém tira.
